Vamos brincar???

Aproveito-me do final de semana pra deixar aqui um convite a todos vocês: sim, vamos brincar um pouco?

A brincadeira é bem simples: “eu começo e vocês continuam”… OU seja, eu começo contando uma história aqui, o próximo a comentar continua dando seqüência na história. Ok? Então vamos lá…

Ps. A continuação escrita por vocês eu posto na segunda-feira e não sejam tímidos, viu? Eu sei que dentro de cada um de vocês mora um escritor! hehehehe. Beijos

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Antes tarde que nunca

Ele era um homem rude, há anos fazia o mesmo trabalho… Muitas mulheres haviam passado por sua vida, mas ele não se lembrava de nenhuma delas, contudo, havia apenas uma de quem não se esquecia. A única que ele realmente desejou… A única que não foi dele…

Ela era menina de pouca idade, moça, assanhada, oferecida. Filha do amigo, colega de profissão. Resistiu a todas as investidas. Recusou sua nudez e a deixou inúmeras vezes imersa num choro típico de quem se sente rejeitada. Ela dizia em meio aos soluços “um dia irá se arrepender” mas ele não lhe dava atenção alguma…

Os anos passaram e ele envelheceu junto com seus muitos relacionamentos. Ocupava o cargo de destaque em seu trabalho, era respeitado. Tinha a sua disposição muitos homens que agiam de acordo com seu comando, sempre correto, sempre austero, sempre determinado…

Contudo, a morte de um de seus colegas no cumprimento do dever trouxe para seu grupo um novo membro, era ela… Já não era mais menina, tão pouco assanhada, oferecida. Era mulher de cabelos presos, tão rude, tão senhora de si. Prestou-lhe continências ao se apresentar com os papéis necessários em mãos, disse nome com altivez “Tenente Rangel se apresentando Senhor” e ele a deixou a vontade, muito embora ele não estivesse… A farda vestia aquele corpo feminino muito bem, aquele olhar vestia uma intensidade deliciosa e aqueles lábios constantemente umedecidos pareciam uma fruta saborosa. Ele precisou respirar fundo e recompor-se, afinal era um comandante e iria trabalhar com ela a partir daquele instante. Relacionamentos entre eles era inadmissível…

Dias depois de cumprirem um trabalho que consistia em desmantelar um grupo organizado, voltaram para o comando onde totalizavam uma vez as perdas. Mas havia mesmo assim um gosto de vitória. Todo um bando havia sido detido. Os relatórios precisavam estar sobre a mesa dele, algo que foi feito pela Tenente Rangel em cima da hora. Ela adentrou a sala dele após bater e receber a autorização para entrar e ele aproveitou-se do momento para dela se aproximar. Sentiu o cheiro do corpo ainda suado de todo aquele árduo trabalho e desejou tocá-la. Ela abandonou o relatório sobre a mesa dele e ao virár-se, cruzou seu olhar com o dele e se viu ali, diante daquele homem que a desejava desde a sua meninice, mas agora ele sentia-se livre para tocá-la… Ela o encarou com altivez, do alto de sua arrogância, olhos nos olhos, era possível sentir a respiração um do outro…

Agora é com você…

21 comentários até agora

  1. Alfinete on

    Adorei a idéia, embora eu tivesse vindo aqui apenas para perguntar quando teremos uma nova novela, mas tudo bem.
    Então vamos despertar o tal escritor que vc diz que vive em mim. huahuahuahuahuahuahua

    continuando então.
    Mas ela foi ficando com muita raiva dele a ponto de parecer estar espumando. Ele a encuralou contra a mesa e sua mente poluída já estava um passo a frente, cheio de idéias e pensamentos interessantes,mas ela conseguiu fugir dele antes que ele tentasse qualquer coisa. Mas antes de sair ela lembrou a ele o que ela havia dito antes “eu disse que você iria se arrepender” e tratou de seguir seu caminho, mas ele não desistiu e foi atrás dela, alcançando ela no elevador.

    Eu não posso me esquecer do famoso >> continua.
    Eu não reclamei, mas também odiava ele.

  2. Lizandra on

    Hummm, vamos ver se eu me saio bem então.

    E antes que a porta se fechasse ele chegou, com seus desejos a flor da pele. Parecia um lobo pronto para o ataque e ela lá, indiferente, apertando o botão para que as portas do elevador se fechassem.

    Próximo…

  3. francy´s on

    Com a troca de olhares e respiração intensa, ele deu um suspiro profundo e lembrou-se de sua posição e da situação em si, pois, não era possível ter um envolvimento com ela. Mas por um momento suas mãos ligeiramente tocaram as mãos dela e Raquel deu um passo ao lado sentindo toda a intensidade daquele momento.

    Continua

    Gostei da brincadeira. kkkkkkkkkkkkkkkkk Mas sei que não sou escritora e nem tenho vocação eheheheh.
    Beijitos

    • Luma on

      …concha segura.

      - O que disse?

      - Estava pensando alto. Se não fosse pela sua experiência, nós não teríamos voltado da missão.

      - Não somente pela minha experiência, formamos uma equipe – inesperadamente perguntou a ela – Tem algum compromisso? Poderíamos sair para comemorar, que acha?

  4. Dilermartins on

    Mas bah, Lunna.
    Que baita idéia!

    Ele chegou tão perto que era possível sentir-lhe o hálito, ela recuou, sentiu o quanto seria difícel cumprir a ameaça da adilecência, respondeu:
    - Já tenho compromisso com os camaradas, iremos ao Bar Arco Ires, mas você será bem vindo…

  5. Mayara Mader on

    Ela percebeu seus olhares não havia quem não notasse, mesmo ele tentando esconder ao máximo. Um súbito de coragem a tomou e ela disse firme:
    _Sei o que esta a lembrar!
    Ele engoliu a seco, a mulher continuava a ser atrevida e cheia de si, assim como na meninice.
    _Daquela menina que o Sr. conheceu comandante, nada restou.
    E se afastou não dando espaço pra resposta.
    Outras pessoas entraram no elevador. Enquanto isso ele a observou. Seus cabelos longos estavam presos num rabo de cavalo e sua franja lisa, solta pra o lado direito, bagunçava com uma certa facilidade. Ele se contorcia por dentro e apertava as mãos com punhos fechados atrás das costas cada vez que isso acontecia, como forma de controlar a vontade que tinha de pegar aquele cabelo e gentilmente coloca-lo para traz.
    Mas não ele não ousaria, o comandante não seria capaz de cordialidades, tão pouco de carinho, ele se forçava pensar que era esse o motivo de se manter recluso, mas na verdade sabia que evitava o contato com medo de não conseguir controlar o seu desejo, não só de toca-la, mas de tela inteira pra si como um dia ela já quis.
    As pessoas saíram, o andar deles era o próximo.
    Estavam lado a lado na porta do elevador, prontos pra sair.
    Antes da que a porta abrisse ele não se conteve, deu um passo para o lado e alcançou com a mão o botão de travar porta e apertou!

    Tchan..tchan..tchan..tchan.. e agora???? Continua!

  6. Nilza on

    Ela olhou em seus olhos como se o cobrasse pelo atrevimento de trancá-la daquela forma tão vil e insolente, porém seu coração já não era tão firme quanto suas atitudes, suas mãos suavam e suas lembranças daquele desejo de tempos passados, estava ali – diante dela. Num movimento único e magico, ele agarrou-a pela cintura e …

    E agora é com vc..

  7. on

    …evitou que ela desmaiasse…

  8. tatahsantini on

    Legal isso, mas não entendi a ordem dos comentários pra poder continuar…
    beijos!

  9. tatahsantini on

    Ah, esqueci de dizer, sou do http://www.despindo-estorias.blogspot.com , é que tô logada com a conta do blog de moda… :*

    • Luma on

      Eu dei continuidade na história, a partir do último comentário, anterior ao que eu iria fazer. Pelo menos a história não fica estagnada em apenas um ponto :D

  10. Agnes on

    Ele a segurou nos braços, era na verdade um fingimento, um último argumento válido para fugir daquela situação, pois ela sabia que não iria resistir a ele por muito tempo. Sentia vontade de se deixar levar pelo momento.
    Mas o fingimento não teve o efeito esperado porque ele partiu para uma respiração boca a boca, certo de que ela estava a fingir. Afinal, ela era uma militar, não iria desmaiar por tão pouco.
    E a respiração boca a boca virou beijo, roupas sendo arrancadas com pressa e o desejo crescendo… Mas eis que a porta do elevador inexplicavelmente abriu-se.

    Agora é com vocês, continuem…

  11. on

    Por sorte se abriu na cave de saída para o parque de estacionamento, e no exacto momento em que há uma falha eléctrica…

  12. Paulo R Diesel on

    O silêncio predominou neste instante, so mesmo a respiração. Por instantes a memória dos dois foi buscar lá no passado as lembranças e ambos se emocionaram cada um com a sua.
    O que fazer agora? a hierarquia sinalizava para um, mas a irracionalidade dos sentimentos para outro, Os olhos novamente se encontraram e algumas palavras sairam da boca dele, meio que susurradas e ela, meio que em transe nada ouvia.
    O momento foi interrompido pela luz da racionalidade e o que poderia/deveria acontecer novamente foi adiado.
    Olhares, palavras, lembranças, tudo postergado até que mais uma batalha se desenrolasse, num outro campo…

    Gostei da brincadeira.

    Beijo Lunna

  13. Madalena Barranco on

    Tentarei… Adorei a ideia Lunna querida!!

    Raquel achou que teria que controlar-se ao máximo e colocar sua Força para dominar aquela situação, que já estava ficando insuportável e de certa forma cômica. Daquela vez eles estavam sozinhos no elevador, e ela lembrou-se com desconforto quando sua amiga taróloga insistiu para interpretar-lhe o destino, onde ressurgia uma paixão do passado que ela dificilmente conseguiria deixar de se envolver. Mas Raquel também se lembrou do arcano XI do Tarô, a Força, que dominava o instinto pela razão. E ela seria a dama da Força naquele momento. O homem se aproximou dela, não sem antes colocar seu quepe sobre a câmara do elevador e enlaçou-a pela cintura com firmeza. Raquel sentiu que as pernas lhe tremiam, contudo, reagiu aplicando-lhe um safanão bem na hora em que o elevador anunciava “Térreo”. Vermelha até as orelhas, Raquel, controlou-se e diante de todos que estavam no térreo convidou o chefe para uma comemoração entre amigos pelo sucesso da missão.

    Continua…

  14. Madalena Barranco on

    Ai, ui, eu fui pela ordem de cima… me desculpem! Então, corrijo, a seguir:

    Tentarei… Adorei a ideia Lunna querida!!

    Raquel achou que teria que controlar-se ao máximo e colocar sua Força para dominar aquela situação, que já estava ficando insuportável e de certa forma cômica. Daquela vez eles estavam praticamente sozinhos na garagem, e ela lembrou-se com desconforto quando sua amiga taróloga insistiu para interpretar-lhe o destino, onde ressurgia uma paixão do passado que ela dificilmente conseguiria deixar de se envolver. Mas Raquel também se lembrou do arcano XI do Tarô, a Força, que dominava o instinto pela razão. E ela seria a dama da Força naquele momento. O homem se aproximou dela, não sem antes colocar seu quepe sobre a câmara de segurança e enlaçou-a pela cintura com firmeza. Raquel sentiu que as pernas lhe tremiam, contudo, reagiu aplicando-lhe um safanão bem na hora em que o o alarme de um carro disparou chamando a atenção das pessoas distantes. Vermelha até as orelhas, Raquel, controlou-se e e convidou o chefe para uma comemoração entre amigos pelo sucesso da missão. Ela apenas não sabia se conseguiria dominar sua “Força” numa próxima vez.

    Continua…

  15. Neiva on

    Ele ficou um pouco desnorteado com o convite e titubeou antes de aceitar, sentindo que dava um passo além do ponto em que poderia retornar.

    Ela sorriu interiormente, satisfeita por esta oportunidade. Depois de tantos anos, tinha a oportunidade perfeita para vingar-se de todas as vezes em que a desprezou. Tinha que ter calma e ir devagar para que não percebesse.

    Não queria apenas a oportunidade de dizer-lhe não, queria mais. Queria aquele homem comendo em sua mão.

    continua…

    Lunna,

    Não sei se está na ordem certa, mas prossegui a partir da sua continuação. Adorei a idéia e volto depois para continuar mais. :D

    Beijos

  16. Raquel Machado on

    Oi…cheguei somente agora atrasada…afsssss…desculpe mas no final de semana não tenho acesso a net porém adorei a sua idéia quando tiver novamente me avise que farei ao máximo para participar ok????Bjosssss e uma ótima semana.

  17. Mayara Mader on

    ainda eh pra continuar a história? adorei a brincadeira..

  18. Regina d'Ávila on

    Que pena…perdi a brincadeira…Adorei!!!
    Amiga…Terá toda semana?
    Avise-me…
    Super beijos,
    Rê.

    • Lunna on

      No sei, mas acho que toda semana pode acabar cansando os participantes, mas vou pensar sobre isso ainda. rs Bjs


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