Eu profundo e outros eus…
Mario Bellatin criticou a inspiração literária na própria vida do autor – mas o autor Cristóvão Tezza escreveu um livro muito bem sucedido cujo tema é justamente sua expriência pessoal na relação com seu filho, portador de síndrome de down.
Atualmente os leitores querem saber muito sobre o universo pessoal dos autores. Querem invandir o quarto escuro onde durante tanto tempo muitos escritores se esconderam…
E você acha que a experiência pessoal é válida como motor da literatura?
4 comentários até agora
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Tem autores que consegue envolver os leitores e apresentar cada ponto de sua individualidade, porém outros, são apresentações superficiais… continuam escuras!!
Cadê tu, mulher?
Sauudades…
Beijos
A experiência sim, devemos nos basear nela para criar personagens e histórias, mas o escritor/poeta deve permanecer incógnito, pois tudo deve (e eu digo deve) ser lido e interpretado pelo leitor.
Abraço Lunna
Acho que um autor deve deixar pairar o mistério, não contar aos leitores o que vem de sua experiência pessoal e o que é inventado…a imaginação do leitor deve decidir.
Um grande beijo.
Eu acho que é válida sim! Já aprendi muito com experiências alheias, acho até que no final é este o objetivo desse tipo de livro, deixar uma mensagem, uma lição de vida!