E a FLIP foi assim…
As brincadeiras começaram nas muitas mesas de bar – de repente estava no Twitter… Sabe bem o que isso significa, não sabe? Bem, virou provocação, ganhou espaço nos jornais e claro que rendeu muito papo aqui em Paraty: “não vai demorar para acontecer uma Flip sem literatura”.
Mas cá entre nós: nunca tinha se visto uma variedade de temas e de convidados das mais diferentes áreas como desta vez: cantor, biólogo, jornalista, artista plástica, e autores de quadrinhos entre os principais destaques da Flip.
Mas o homenageado da FLIP 2009 pelo menos era do ramo: “Machado de Assis”… Que foi tema da conferência de abertura, ministrada por Davi Arrigucci Jr., que escreveu ensaios importantes sobre o escritor.
E na sexta-feira, Heitor Ferraz, Eucanaã Ferraz e Angélica Freitas (representantes da nova geração de poetas brasileiros) conversaram sobre por que ainda é importante ler Bandeira.
Arte de Amar
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus — ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
Agora, cá entre nós: depois de ler Bandeira, nem é preciso se dar ao trabalho de dizer o quão importante é ler Bandeira, não é mesmo?
6 comentários até agora
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“Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.”
Que lindo esses versos…
Eu fui em Paraty o ano passado, e fiquei encantada… tanto por voltar a Paraty, como pela seleção intelectual que estava por lá!!! É lindo demais!!
Beijos, querida!!
Lunna, passando só para um beijo porque estou correndo hoje. Volto ocm mais calama.
Bjus
Mas bah, guria.
Linfo post, lindo poema.
Parabéns.
O hoimenageado por Arrigucci foi quem?
Foi Manoel Bandeira. Vc tá de brincadeira?
E eu li o poema no final e esqueci de todo o resto!
Coisa mais linda!
Beijão, que sua semana seja iluminada de amor e principalmente muita paz no coração!
Como evento literário, a Flip corre o risco de um flop.