E o que vem depois?
Pra mim ele era apenas um homem – eu nunca enxerguei o mito que a maioria das pessoas enxergou. Eu soube de suas músicas, de sua vida, de seus erros e enganos, de seus equivocos… Soube bem mais do que eu gostaria de saber.
Ouvi algumas de suas músicas e algumas delas até me conquistaram e mesmo assim ele era apenas um homem pra mim. Um homem com uma curiosa história que fazia dele mais um personagem que propriamente um ser real…
Há pouco, presenciei uma quantidade enorme de informações desencontradas sobre a possível morte e fiquei me perguntando. Quem morreu realmente? O homem ou o mito? E diante da certeza absoluta que foi apenas o homem que morreu, me perguntei “e o que vem depois?”
Sim, porque os fãs do mito ficarão tristes e o mundo durante algum tempo irá falar apenas disso: da lenda, do suceso, da carreira que teve seu auge nos lendários anos oitenta. Mas isso tudo não é o homem, é apenas o mito que será eterno como bem disse @sagepoesie no twitter. E talvez o homem seja esquecido porque na verdade nunca fora lembrado…
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Ficará para sempre em minhas lembranças, apesar e com tudo o que se falava…
Amore mio, eu não sou fã do Michael Jackson, mas lembro bem de alguns sucessos dele. Eu gostava de algumas músicas que ele cantou qdo fazia parte dos Jackson´s five mas eu nunca dei atenção para os sucessos solo dele.
Enfim, o homem nasce, cresce, faz besteiras e de repente morre. Faz parte dessa coisa chamada vida, não é mesmo?
Mas seu post amore mio, me fez pensar no homem denominado Michael Joseph Jackson, esse que nem eu, nem você, nem mesmo os fãs faziam idéia que ele existia. Será que tudo isso valeu a pena? É para se pensar, não é mesmo?
Bacio amore mio
Morreu mesmo?
Bem, eu concordo com vc, foi apenas o homem que morreu, o mito continuará vivo e sua morte é uma continuidade de sua vida: um grande mistério. rs
Você disse bem, o homem foi esquecido, ofuscado pelo mito. O pior é que foi esquecido por ele mesmo, tentando mudar sua aparência para melhor se encaixar na imagem do mito que queria ser. É uma pena, gostava de algumas de suas músicas, não era uma grande fã, mas reconheço que ele tinha um enorme talento.
Um grande beijo.
De pleno acordo. Também não fui fã de MJ, que a fama tornou autodestrutivo a ponto de se tornar irreconhecível. Não foi o único mito que se vitimou do próprio sucesso, uma pena.
Abraço pra você, Lunna.
Um mundo com um maluco a menos?
Ele era apenas um homem, não era Deus e nem santo, apenas um homem, mas com muito mais talento que a média dos homens; com uma história de causar inveja a milhões que fazem de tudo para terem um pouquinho do sucesso que ele teve e não conseguem porque não tem o talento que ele tinha; um homem comum que esteve em posição muito privilegiada por conta de seu trabalho do que a maioria dos homens comuns. Merece respeito.
Quando eu comecei a apreciar música, o MJ já fazia sucesso por ai, e eu gostei e gosto de algumas canções dele. Depois veio aquela fase de fãããã que sempre se perguntava o que seria do mundo quando MJ fizesse a passagem dele, rs. Hoje eu começo a ter a resposta. O mundo continua o mesmo, as músicas ficarão para sempre, e o homem “será esquecido porque nunca foi lembrado.” como vc mesma dissse.
O encanto do Michael foi ser diferente de tudo, ele fugiu as normas, “causou”, então isso que assustou algumas pessoas. Mas acabou, e ficará para sempre a dancinha, a voz e o estilo!! Eu vou continuar ouvindo aquelas músicas que me encantava, rs!
Beijãaaao, Luuu!!!
SAudade de tii
Oi, Lunna. Quando se muda de casa, costuma-se fazer uma visita aos amigos. Até que a casa nova nos conquiste e nos sintamos igualmente à vontade, rsrs. Bom, quanto ao Michael, ouvi e conheço muitas músicas dele, desde algumas da época dos Jackson’s Five até alguns dos últimos sucessos. A polêmica de quem era o homem ou o mito é e será constante, mesmo porque isso vendeu e continuará a vender jornal, revista, documentários, teses e, futuramente, filmes. O que ele fez da vida dele ou os traumas que carregou até que se desviasse por uma estrada esquisita, eu sinceramente não me interesso. Isso é opção de cada um. Cometeu erros, excentricidades, abuso de megalomania? Assim como qualquer outra estrela pop, celebridade, astro, desde as que surgiram por meio de seus esforços, talentos e habilidades, como as que pululam aos montes pelos atributos corporais. Isso ele teve de responder na justiça (assim como os pais que deixaram as crianças ao deus-dará também deveriam), com o corpo (por inúmeras doenças e/ou dependências que podem ter surgido) e dependendo de sua crença, pode responder de outra forma. Mas a contribuição que deu ao mundo artístico, isso é incontestável. Mito não é bem a palavra, mas um artista completo, acima da média e de muita genialidade. Foi marcante da música, nas composições, na dança e nas produções de seus clipes e shows. Muito do que se vê hoje (ou do que se viu dos anos 80 pra cá) tem um pouco de inspiração no seu jeito de fazer e produzir música. Só por isso ele é e será lembrado como “rei do pop” (exagero que vende notícia). Não deixa de ser um homem como outro qualquer, mas é um cara que soube aproveitar os dons (habilidade, competência, conhecimento, seja lá o nome que queiram dar) para fazer o que gostava e ser lembrado pelas obras. Como sempre, escrevi muito, rsrsrs. Parabéns pelo espaço. Abraços. Manoel
Primeiro texto de bom senso que leio depois da triste notícia; triste, pois – sem dúvida – perdemos um excelente coreógrafo-pop, e Quince Jones um bom parceiro para bons arranjos-idem.
Que bom que apareceu! Não achei o “setor seguidores” na sua página, mas vou botar seu link lá também, ok?
BJS!
http://curiosaidentidade.blogspot.com/
[...] qualquer possibilidade de se ganhar dinheiro em cima disso será massante, apesar de que, em alguns blogs, o enfoque é outro. Uma mídia que criticava e que expunha sua vida, hoje quer falar a seu [...]
Olá Lunna querida! Este seu blog novinho em emoções e letras parece-me iluminar minha tela de forma mais soltinha.
Ah, M.Jackson… Eu apenas gostava daquela música dele que fez tanto sucesso e não me lembro o nome. Quanto ao cantor e também homem eu nunca liguei para ambos – rsrsrs (que bom que você destacou a parte dele referente a “gente”). Nunca tive simpatia por aquela figura de gente que não se aceitava como era.
Beijos – parabéns pelo novo blog.
Lunna, eu fiquei tocada com a morte do Michael. Pelo mito, pelo talento inquestionável e principalmente pela vida triste do homem que ele era.
O que eu não suporto, é ver a mídia esmiuçando a vida dele desta forma. E agora ele começa a vender horrores de discos novamente. É assim mesmo, reconhecido depois de morto, esquecido enquanto era vivo.